Não / Sim

Cadeira de madeira no jardim da piscina,
memórias que não são minhas.
Histórias retóricas que não quero saber, mas sei,
enquanto aproveito para não saber de mim.

Aí descubro, de mim, fragilidades que não tenho,
mas aceito, reeduco e tento.

Desespero em saber que não tenho nome.
Pulo etapas, corto processos e tudo fica bem.

Encontro a beleza no erro e feiura na perfeição. Não.
É pra mim. Não, sim.